
Os análogos de GLP-1 abrem janelas de oportunidade que até agora você não conseguiu abrir sozinha

GLP-1: Muito mais do que uma simples "caneta para emagrecer"
Quando você come, o intestino libera GLP-1. Esse hormônio avisa ao pâncreas o momento de liberar insulina, sinaliza ao cérebro que já há comida suficiente e pede para o estômago levar os nutrientes para o intestino de forma mais lenta. Com isso, o corpo regula melhor o uso da energia de uma refeição.
O sinal natural dura poucos minutos, porque o GLP-1 é rapidamente quebrado no organismo. Os medicamentos foram criados para copiá-lo e mantê-lo ativo por muito mais tempo. Por isso, quem faz uso de algum análogo de GLP-1 e agonista de GIP sente menos fome, mais saciedade e menos pensamentos obsessivos.
Você está aproveitando todo o potencial do seu tratamento?
Está mantendo a constância?
Desenvolver novos hábitos alimentares também depende do quanto eles são confortáveis e fazem sentido pra você.
Náuseas e queda de cabelo são alguns dos vários possíveis motivos do abandono do tratamento no meio do caminho.
Grande parte dos efeitos colaterais dos medicamentos tirzepatida e semaglutida podem ser prevenidos pela alimentação, fitoterapia e suplementação.
Está se preparando para evitar reganho de peso após tratamento?
Estudos demonstram que pacientes que interromperam a semaglutida após 20 semanas recuperaram 2/3 do peso perdido no ano seguinte.
Com a tirzepatida, os resultados foram semelhantes: os pacientes recuperaram cerca de 14% do peso em um ano.
O acompanhamento especializado te ajuda a regular o apetite, os hábitos e as escolhas alimentares funcionais mesmo depois do tratamento.
Está preservando a sua massa magra, principalmente muscular?
Até 40% do peso perdido com GLP-1 pode vir de massa magra se o consumo diário de alguns nutrientes não for suficiente.
Menos músculo significa um corpo frágil, risco de envelhecimento precoce e prejuízo também para a saúde mental.
A suplementação é inegociável durante o uso de agonistas de GLP-1. Isso porque as características do processo tornam certas decisões alimentares mais difíceis. É aí que entra o papel da nutricionista.
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